Friday, November 17, 2006

Monaco

Monaco, Music for Pleasure

Shine


Everyday
I keep on lying to you
I just don't know what to do but I do
So leave me alone
I just wanna stay here at home
So far away from whatever
Some might say or some might do

Just as I thought
I've found someone that needs me
Someone that needs me so much
And just as before
It's that someone who needs me
Someone I needed so much

But it's you
Spinning me out of control
Hurting me deep in my soul
Or so I'm told,
I just wanna stop
'Cos nothing's as bad as it seems and
I can't be bothered so stay a while and tell me what it means.

Just as I thought
I'd found someone that needs me
Someone that needs me so much
And just as before it's that someone who needs me
Someone I needed so much

Now I'll tell you the truth
'Bout what I should do,
Why I can't stand you no more
There's a time and a place
And my life's such a waste and
Everything had to go wrong
It's just what I needed.

Just as I thought
I'd found someone that needs me
Someone that needs me so much
And just as before it's that someone who needs me
Someone I needed so much



Um dia quero cantar esta música com sentido.

Saturday, November 04, 2006

The One

Foto: Adriano Cerqueira
All my life I've been looking for that one song that can really express the way I feel. Turns out, I'll have to be the one to make it.

Sunday, October 22, 2006

Dragons Are Coming

Imagem DR
Eles vêm aí! Pelo menos é o que a mini-série do Discovery Channel, Dragons Are Coming, diz. Esta série encara os dragões, não como seres mitológicos, mas como possibilidades biológicas e evolucionárias.

Pessoalmente, sempre acreditei que a razão para quase todas as culturas do mundo terem uma referência a criaturas a que gostamos de chamar dragões, se devia à descoberta casual de fósseis de dinossauros. O mero tamanho de alguns destes fósseis era mais do que suficiente para assustar os locais, e fazê-los sair a correr, gritando, "Dragão! Dragão! Estamos perdidos!"

No entanto, esta série vai mais longe. Não se limita a expor, e a explicar as mais variadas teorias sobre dragões, mas assenta na "descoberta" de um espécime congelado, em perfeito estado, numa gruta de gelo, numa montanha da Roménia.

Paleontólogos são chamados para o estudar, em busca de explicações plausíveis para justificar o facto deste ser cuspir fogo, e ser capaz de voar. A ideia surge com a descoberta de um crânio de T-Rex, com marcas estranhas de garras, e – ainda mais estranho – o crânio encontra-se carbonizado. A partir desse achado supõem que os dragões tenham surgido na Era Mesozóica, tendo sido extintos juntamente com os Dinossauros, e demais seres.

Mas então espera aí. Se se encontram extintos há 65 milhões de anos, como encontraram um dragão congelado numa montanha romena? A resposta é simples, segundo eles, a espécie terrestre de apenas quatro membros, e que levou aquele T-Rex a ter um último dia bem escaldante, extinguiu-se. Mas os seus parentes aquáticos, munidos de asas vestigiais, sobreviveram à extinção.

É fácil apoiar esta tese, já que a vida marinha não foi muito afectada com esta extinção. Contudo, se os Plessiosauros, Ictiossauros e Mosassauros, se extinguiram, porque não os dragões marinhos? A esta questão eles não dão resposta, mas também, porque não haviam de sobreviver? Crocodilos e tartarugas ainda nadam pelos nossos oceanos e rios, porque não dragões?

Após resolverem o problema da extinção, explicaram o ressurgimento de uma espécie terrestre, com o abandono dos mares por parte dos dragões marinhos. Nada de especial, se os peixes de lá saíram para dar origem aos anfíbios, porque não fariam o mesmo estes seres cada vez menos mitológicos.

Partindo desse pressuposto, explicam o voo e o fogo através da descoberta de sacos de hidrogénio, e de um apetite especial por platina. "Espera aí, disseste platina?", é aquilo que estão a pensar, certo? Bem, muitos Sauropodes costumavam ingerir pedras, para os ajudar com a digestão. As próprias galinhas o fazem (com pedras bastante mais pequenas, como será fácil de imaginar). Contudo, para os dragões, a platina funciona como um catalisador, que em reacção com o hidrogénio dos seus sacos de ar, é capaz de produzir fogo.

Para ficarem com uma ideia geral, a série explica, e razoavelmente bem, que se a natureza assim tivesse entendido, podia ter criado uma espécie bem parecida com os Dragões que assolam as mais variadas lendas por esse mundo fora. Se pensarem bem, já produziu espécies bem mais bizarras.

Sunday, September 24, 2006

Murphy's Flaw

A grande maioria de vós deve estar familiarizada com a Lei de Murphy. Mas para aqueles que não estão, a Lei de Murphy enuncia que se algo pode correr mal, vai correr mal.

Por exemplo, se estrearem umas calças novas e, por algum motivo, encontrarem-se a barrar uma torrada com geleia, e a deixarem cair, ela vai cair com a face da geleia virada para baixo. Acho que o equivalente Português é algo como, o azar nunca vem só.

Ontem não estava a usar umas calças novas – até estava de calções – mas estava com fome. Decidi abrir o armário para tirar um pacote de bolachas. Até aqui tudo bem. Como qualquer armário de cozinha, este encontrava-se cheio. Inúmeras coisas ao monte, sem qualquer tipo de organização.

Estiquei a mão lá para dentro e agarrei o pacote de bolachas. Estava mesmo quase a conseguir retirá-lo sem causar qualquer tipo de problemas, quando o dito pacote toca num, chamemos-lhe também pacote, de goiabada.

Este opta imediatamente por cair. Mas, como se isso não fosse mau o suficiente, a tampa solta-se, e a goiabada desce em queda livre, pronta para se espalhar pelo chão e sujar tudo à sua volta.

Foi aí que aconteceu. O pacote de goiabada caiu direito, com a face desprovida de tampa virada para cima. Encontrei a derradeira falha na Lei de Murphy: Tudo o que podia ter corrido mal, não correu. E esta, hein?!

Sunday, September 10, 2006

A Portuguesa

Brasão Português
I
Heróis do Mar, Nobre Povo,
Nação valente, Imortal
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria, sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que hão de guiar-te à vitória!

Às Armas, Às Armas
Sobre a terra e sobre o mar
Às Armas, Às Armas
Pela Pátria lutar
Contra os Canhões, Marchar, marchar

II
Desfralda a Invicta bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade à europa, À terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo, teu jucundo
O oceano a rugir de amor,
E o teu braço vencedor
Deu mundos novos ao mundo!

Às Armas, Às Armas
Sobre a terra e sobre o mar
Às Armas, Às Armas
Pela Pátria lutar
Contra os Canhões, Marchar, marchar

III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente provir
Seja o eco de uma afronta
O sinal de ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.

Às Armas, Às Armas
Sobre a terra e sobre o mar
Às Armas, Às Armas
Pela Pátria lutar
Contra os Canhões, Marchar, marchar